Por volta do quarto século a.C, quando já se comercializavam livros e já existiam bibliotecas, Homero passou a ser considerado o criador da mitologia grega. Os historiadores da época se baseavam na existência de outros poemas, atribuídos a Homero, que homenageavam deuses daquele período. Essas obras também deixaram impregnadas na cultura grega princípios éticos de conduta e comportamento, mas sua autoria também nunca teve comprovação.
Imagem da escultura de Homero, localizada no Museu
Britânico
Homero teria vivido no oitavo ou nono século a.C. na Jônia, uma região hoje pertencente à Turquia. A Ilíada e a Odisseia são os principais documentos literários e históricos da região que resistiram aos tempos pelo seu relevante conteúdo. O que ficou de Homero, afora a controvérsia sobre as suas origens e até mesmo a própria autoria, são as obras, todas do gênero épico. Esses relatos, inspirados nas musas do autor, são baseados em fatos que podem ter acontecido ou não. As principais obras, a Ilíada e a Odisseia, falam de guerras, deuses, heróis, e, claro, tentam transmitir à sociedade de então ensinamentos morais, por meio dos personagens.


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